Posts filed under 'educação'

Creatividade no trabalho e as mudanças no mundo

Lendo o blog do Fábio Seixas econtrei um ótimo slide sobre criatividade no trabalho, um desafio cada vez maior para as empresas, sempre desafiadas a inovar nos dias de hoje.

Intitulada “Unleashing The Creative Beast On Your Team” e elaborada por Tara Hunt, o slideshow trata de temas como os mitos da inovação, ambiente de trabalho e motivação intrínseca. Vale a pena dar uma olhada…

E que tal aproveitar que você já está no Slideshare e ver também o slide “Shift Happens“, que mostra de forma contundente a rapidez em que o mundo está mudando e os desafios para a geração atual de estudantes e trabalhadores?

Add comment Setembro 7, 2007

Serious games: uma tendência ?

A Business Week acaba de lançar um especial entitulado The Power of Gaming, com várias matérias tratando principalmente do assunto serious games, ou seja, o uso de jogos para educação e treinamento em empresas.

A matéria mais interessante é The Name of The Game Is Work, que mostra vários casos de empresas que estão utilizando jogos como forma de treinamento. É interessante perceber a variedade de soluções nessa área passando de jogos 2D e simples trivia até virtual worlds.

Apesar de tudo é preciso fazer uma ressalva: muitos argumentam que a nova geração que está chegando ao mercado de trabalho estaria propensa a utilizar jogos nos treinamentos das empresas, o que é um raciocínio simplista. Além de haver tipos de motivação completamente diferentes para os mundos do entretenimento e profissional, as soluções das empresas ainda estão bem aquém em termos de qualidade gráfica e profundidade de gameplay e história. E isso pode fazer toda a diferença….

Add comment Agosto 29, 2007

E-learning 2.0 e as novas ferramentas na educação

A matéria em duas partes no Read-Write Web aborda o uso das ferramentas de Web2.0 para educação , o que está sendo chamado de E-learning 2.0 (para não deixar de seguir a “onda 2.0″).  Em vários lugares do mundo, professores e alunos estão começando a utilizar de forma efetiva blogs, wikis e outros “social softwares“.

De qualquer forma não se trata apenas de utilizar novas ferramentas tecnológicas, mas sim de quebrar alguns paradigmas da educação formal em contraponto à proposta original do e-learning, que nunca conseguiu abandonar os velhos formatos de curso, cronogramas e testes dos alunos:

“That (e-learning) is an approach that is too often driven by the needs of the institution rather than the individual learner”

Uma ferramenta realmente interessante e acessível é o Blog, onde um professor pode estabelecer um canal de comunicação com a turma, que pode participar não apenas comentando os posts, mas também sendo autores do blog. Especialistas sobre um assunto podem ser convidados a participar também, criando uma verdadeira comunidade sobre o tópico.

E existem muitas possibilidades além dos blogs, como os podcasts, conteúdo em áudio que pode ser gerado pelos próprios alunos e disponibilizados na web. O uso de sites de compartilhamento de fotos e vídeos, como o Flickr e Youtube, onde se pode comentar sobre o conteúdo visualizado. Por fim, o uso de redes socias com o uso de ferramentas específicas, como o Elgg,  que a USP já está utilizando, na sua red Stoa.

Apesar do Brasil ser um país “em desenvolvimento” e com sérias restrições de acesso à informática em geral, é possível sim aos professores utilizar essas ferramentas, basta um pouco de força de vontade. Para a nova geração de alunos que se encantam com os  jogos 3D e vídeos engraçados do Youtube, a educação na escola precisará tornar-se mais atraente e interativa. Você concorda? Qual sua experiência no uso dessas ferramentas para educação?

Add comment Junho 27, 2007

Notebooks nas escolas: destinados ao fracasso?

A reportagem desse mês do NY Times, “Seeing No Progress, Some Schools Drop Laptops“, traz algumas (más) experiências do uso de notebooks nas escolas inglesas e americanas. Numa época em que o Brasil tenta resolver seus sérios problemas educacionais com a implementação do XO (ex-laptop de 100 dólares) e outras opções, vale a pena ficar de olho em outros países com experiências semelhantes.

Pessoalmente não chego a ter uma opinião formada sobre o assunto e, tendo utilizado o XO aqui na Fundação CERTI, considero o mesmo um produto excelente, bem acabado e bem pensado. Mas o ponto mais polêmico é qual vai ser de fato o impacto na melhoria da educação no Brasil – em em outros países emergentes.

Voltando à reportagem citada, as iniciativas na Inglaterra tinham como objetivos a inclusão digital e a preparação do aluno para a “vida moderna”, por assim dizer. A solução adotada foi distribuir notebooks para os alunos, e aí, vários problemas surgiram. O uso “inadequado” dos mesmos, problemas de infra-estrutura de rede, gastos com manutenção, falta de um impacto nos resultados escolares e por aí vai.

Mas o interessante desse debate é que uma das principais questões seja: o notebook não é eficiente na escola ou o sistema educacional é que não está preparado para fazer o melhor uso dele? Ou seja, antes de sair distribuindo notebooks, o sistema educacional com um todo tem que repensar suas estruturas e a capacitação de seus professores para fazer o melhor uso dele. Parece lógico, não? Cito a matéria:

“Where laptops and Internet use make a difference are in innovation, creativity, autonomy and independent research,” he said. “If the goal is to get kids up to basic standard levels, then maybe laptops are not the tool. But if the goal is to create the George Lucas and Steve Jobs of the future, then laptops are extremely useful.”

Por fim – e isso é algo que pode ser crítico no caso do Brasil – existem custos operacionais inerentes a essa escolha. Na medida que laptos forem necessitando de manutenção e infra-estrutura de rede, quem vai prover satisfatoriamente esses serviços nas escolas?

“Soon, a room that used to be for the yearbook club became an on-site repair shop for the 80 to 100 machines that broke each month, with a “Laptop Help Desk” sign taped to the door.”

5 comments Maio 25, 2007

O maior problema do Brasil: A (falta de) educação

A matéria da Time da semana passada cita vários exemplos de empresas no Brasil “fazendo o papel do governo” e resolvendo, elas mesmas, o problema crônico do baixo nível de educação de seus empregados. Discute também a questão (óbvia) do quanto esse problema é o principal fator por que o Brasil cresce a menos de 3% ao ano:

“The woeful state of education in Brazil, the world’s fifth largest country, is compromising productivity and competitiveness and acting as a brake on the country’s development, according to economists, businesspeople and educators.”

Numa época de laptops de $100 que lembram iniciativas fracassadas no passado, não deixa de ser um ânimo saber que as empresas não estão esperando sentadas para começar a resolver a questão da educação no Brasil. E vale lembrar que a questão de educação está intimamente ligada com a inovação nas empresas:

“There are two conceptual frameworks to understand innovation,” says Alberto Rodriguez, author of a soon-to-be-released World Bank study on how better education spurs growth. “You have the high-tech, frontier innovation, and you have the adaptation and improvement of technology that happen day to day in firms.”

1 comment Abril 16, 2007

Um panorama do mundo atual

Quem quer entender melhor o mundo em que vivemos atualmente não pode deixar de ler o documento da Price Waterhouse Coopers sobre o Fórum Mundial em Davos. O documento mostra a pauta das discussões socias, econômicas e tecnológicas no evento, bem como os novos desafios nas áreas de inovação, marketing e negócios:

 ”Based upon year-round dialogue with a network of thinkers, academics, business and political representatives, the World Economic Forum identifies the topics for debate and raises key questions. The “State of the Debate” series proposes provocative responses to stimulate exchange on a broad range of areas sweeping business, technology, economics, geopolitics, education, health and society.”

Alguns  tópicos retirados do documento demonstram a abrangência do relatório:

  • The emergence of China and India
  • Energy 2006: The End of the Era of Easy Oil
  • Management Innovation: The Ultimate Advantage
  • Left Brain Seeks Right Brain for Company
  • Creating Jobs for the Future.
  • Digital 2.0: Powering a Creative Economy
  • Convergence and the Customer

Add comment Abril 16, 2007

Novas tecnologias na educação

Em outubro do ano passado o Futurelab da Inglaterra publicou um material muito bom entitulado “social software and learning”. Além de muito bem escrito e estruturado, o texto mostra várias iniciativas na área de educação utilizando blogs, wikis, podcasts, social bookmarking, entre outros. Você pode baixar o documento aqui.

O documento propõe principalmente repensar a forma de ensinar e utilizar a tecnologia nas escolas e fora delas:

“(…) It suggests that there is a changing view of what education is for, with an emphasis on the need for young people to develop the skills necessary for today’s evolving global knowledge economy. Alongside this development is the rapid growth of social software, characterised as software that supports group interaction, and by combining these two trends there is significant potential to see a new approach to education.”

Add comment Março 27, 2007


Sobre o Blog

Notícias e opiniões do autor, Luiz Daniel Lima, sobre o mundo da tecnologia, inovação e negócios.

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