Posts filed under 'tendências'
Wall Street Journal: pensando no amanhã
Saiu no Wall Street Journal uma reportagem muito interessante sobre as mudanças que poderão ocorrer no futuro. Entitulada “Thinking About Tomorrow“, ela traz previsões por temas, como “how we shop”, “how we play games”, “how we make friends” e assim por diante. Imperdível.
1 comment Janeiro 28, 2008
Qual o futuro da publicidade e das agências?
Recentemente fiz uma matéria no meu MBA de Marketing sobre Propaganda e Planejamento de Mídias e Campanhas. Os “nerds de plantão” – eu incluso, é claro – perguntamos à professora como ela via as recentes tendências na publicidade: o crescimento dos gastos com a internet os desafios para os veículos tradicionais. Ela mostrou-se incrédula e afirmou que não havia nada como a TV e que os veículos tradicionais levavam vantagem por permitirem medir os resultados (yeah…).
Pois bem, após fazer uma pesquisa no IAB Brasil , fica claro que a pulverização dos gastos com a publicidade é real e inquestionável. Nos EUA isso já é uma realidade. No Brasil a TV aberta ainda domina amplamente, com 60% do orçamento total, mas no primeiro semestre houve uma redução de 5% nos investimentos em TV. Em contraste, os gastos com publicidade na Internet subiram 40%.
Por outro lado, as mudanças de comportamento do consumidor, novas tecnologias e a redução do tempo gasto assistindo TV têm feito as empresas questionarem os resultados das campanhas tradicionais – algumas grandes agências de publicidade já têm um “braço digital”, especializadas em utilizar novas tecnologias e veículos em suas campanhas.
A discussão do futuro das agências de publicidade foi recentemente abordada em um artigo na Business Week chamado “The Plan To Disintermediate Ad Agencies“. O título fala por si só…
“They say that ad agencies don’t know where their real customers are and put their ad dollars in spaces where their customers aren’t.”
Add comment Outubro 11, 2007
Web 3D: com o tempo e no lugar certo
Meu professor do MBA em Marketing, Mário Márcio, enviou-me um ótimo artigo da Business Week intitulado “The Coming Virtual Web“. Nele, o autor Robert Hof analisa as vantagens e desafios dos mundos virtuais, e até a promessa de uma web 3D. Mas a sugestão de que a internet do futuro será totalmente em 3D não parece fazer sentido…
“Even if that’s successful, 3D technology won’t fully replace the current Web. Fact is, a lot of information, such as search results, lists of products, e-mail, and most of what we do online today may always be most efficiently accomplished with existing tools. (…). “Not everything needs to be put in a 3D interface.” “
Sob vários aspectos um mundo 3D pode trazer várias vantagens para determinadas aplicações – mas não todas. E cabe lembrar que existem alguns fatores que precisam evoluir para realizar a “promessa” de uma internet mais tridimensional:
- A necessidade de maior processamento gráfico para mundos realistas;
- Aumento da velocidade de acesso à internet;
- Padrões (standards) como o HTML é para a web;
- Interfaces 3D que possam ser intuitivas e acessíveis para a maioria dos usuários.
Por fim vale lembrar que tanto a web 2.0 ou a web 3D serão uma realidade se potencializarem o que é, de fato, a maior tendência da internet, a interação social:
“Social interaction, after all, is the key driver of people’s use of the Internet today. “
Add comment Setembro 14, 2007
10 tendências para o futuro da Web
O blog Read&Write Web publicou um bom artigo intitulado “10 Future Web Trends“, que lista as dez tecnologias que influenciarão nossas futuras experiências na internet. São elas:
- Web Semântica
- Inteligência Artificial
- Mundos Virtuais
- Mobile
- Economia da Atenção
- Web Services
- TV Online
- Aplicações Ricas para Internet (RIAs)
- Web no Mundo
- Personalização
Apesar de não trazer nenhuma grande novidade para quem tem acompanhado nesses últimos anos as mudanças na internet, as análises são muito bem feitas e vale a pena dar uma lida. Eu acredito que as de maior impacto num primeiro momento serão a ampliação do alcance dos web services e por que não, as aplicações ricas para internet, seguindo a tendência de trazer para a web a mesma experiência visual do desktop.
Add comment Setembro 13, 2007
Serious games: uma tendência ?
A Business Week acaba de lançar um especial entitulado The Power of Gaming, com várias matérias tratando principalmente do assunto serious games, ou seja, o uso de jogos para educação e treinamento em empresas.
A matéria mais interessante é The Name of The Game Is Work, que mostra vários casos de empresas que estão utilizando jogos como forma de treinamento. É interessante perceber a variedade de soluções nessa área passando de jogos 2D e simples trivia até virtual worlds.
Apesar de tudo é preciso fazer uma ressalva: muitos argumentam que a nova geração que está chegando ao mercado de trabalho estaria propensa a utilizar jogos nos treinamentos das empresas, o que é um raciocínio simplista. Além de haver tipos de motivação completamente diferentes para os mundos do entretenimento e profissional, as soluções das empresas ainda estão bem aquém em termos de qualidade gráfica e profundidade de gameplay e história. E isso pode fazer toda a diferença….
Add comment Agosto 29, 2007
Web2.0: qual a próxima etapa?
No blog Read&Write Web, o autor discute com muita propriedade o que aconteceu em termos de Web2.0 nesse últimos anos nos EUA, o momento atual – o que ele chama de – digestion phase – e o que pode acontecer nesse próximos anos.
(…) a digestion phase is a period of time for us to reflect, to integrate, and to understand recent technologies and how they fit together. It is the outcome of this phase that will decide if we continue to slide or if we rebound and start climbing back up. The deciding factor will be the true value of the technologies that we created.
O autor cita quatro fatores para a recente explosão de social softwares: acesso broadband, Ajax, redes sociais e blogs (eu incluiria nesse último wikis também). A explosão dessas tecnologias, remixadas, causou uma rápida expansão entre os early-adopters de novas idéias e suas respectivas empresas: Youtube, MySpace, Digg e Flickr, entre outros.
Por fim, o autor discute os fatores que podem fazer com que essa onda permaneça e se expanda, trazendo benefícios duradouros para mais usuários além dos atuais:
If the value created by the companies is greater or equal to the money put into them, then we are fine, we can continue to grow. If the technologies that we invented will be used not only by a few hundred thousand people, but by millions, then we are fine, we can continue to grow. And if these new tools work well by themselves and together enhace our online life then, great, we are in good place.
O resultado dessa análise é que muitas aplicações online vieram para ficar e tenderão a se aprimorar no que fazem melhor. Outras não aguentarão a concorrência ou não se viabilizarão financeiramente. O resultado será uma Internet mais rica e útil para grande parte de seus usuários, uma base estável para a próxima evolução que certamente virá.
Add comment Agosto 27, 2007
Charlie e o conceito de Enterprise 2.0
Se você está começando a estudar o impacto dos conceitos de web 2.0 no trabalho (enterprise 2.0), a forma mais rápida de entender essa nova abordagem na forma de trabalhar, colaborar e comunicar-se é ver o slide Meet Charlie: What is Enterprise2.0?, no Slideshare (um ótimo serviço web2.0, by the way).
É sem dúvida uma apresentação excelente, com um belo trabalho de design da informação. Mostra de forma acessível como é possível o uso de blogs, wikis, tags e RSS no ambiente profissional – e seu potencial para as mudanças na forma de trabalho e aumento de produtividade.
A apresentação é de autoria de Scott Gavin, que por sinal possui um blog sobre assunto, não deixe de conferir.
Add comment Agosto 22, 2007
Megaphone: interação em público via celular
OK, imagine um produto que se anúncia como um Phone-Controlled Real-Time Multi-Player Collaborative Gaming Plataform for Public Spaces. Felizmente os criadores dessa nova forma de interação via celular foram razoáveis e colocaram um vídeo auto-explicativo diretamente na primeira página do site do Megaphone.
“MegaPhone is a Real-time Multi-player Collaborative Gaming Platform for big screens in public spaces”.
A idéia e a tecnologia são bem interessantes, as pessoas jogam/interagem num telão através de seus celulares (teclado ou voz) , basta saber se vai “pegar” como nova ferramenta para ações de marketing e entretenimento.
Add comment Agosto 6, 2007
Livros que parecem … maços de cigarros!
Essa é do Springwise: aproveitando a proibição do uso de cigarros em lugares públicos na Inglaterra, a empresa TankBooks está comercializando livros em embalagens que imitam as de cigarros – incluindo o papel metálico de dentro. O slogan: “Contos que vão tirar o seu fôlego”
Os livros lançados são clássicos antigos, livres de royalties. E a forma de vender é através de máquinas tipo vending machines, o que lembra uma iniciativa brasileira de sucesso, da empresa 24×7.
Add comment Julho 26, 2007
Marketing duvidoso no Second Life
A reportagem do LA Times “Virtual marketers have second thoughts about Second Life” questionam as ações de marketing no Second Life.
“Four years after Second Life debuted, some marketers are second-guessing the money and time they’ve put into it.”
Algus pontos interessantes:
- Muitos dos locais criados pelas empresas (Best Buy, Dell e Sun) estão simplesmente vazios, incluindo o staff que deveria atender os visitantes
- Apesar desses lugares estarem vazios, boates, strip-clubs e cassinos estão cheios. As atividades no SL tendem ao escapismo e ao risco. Um dos ítens mais frequentemente comercializados é genitalia.
- Pelo fato de ser uma “terra da fantasia”, as “pessoas virtuais” não têm necessidades humanas, não se precisa de comida ou bebida, vestir-se é opcional e teleportar-se ou voar são as melhores formas de transporte.
- Apesar de possuir mais de 4 milhões de inscritos no SL, na verdade só existem de 30 a 40 mil usuários a qualquer momento, sendo um número bem menos atraente para as empresas
- Alguns usuários têem uma visão negativa sobre a presença das empresas no SL
Por fim, algumas empresas já estão “pulando” para outras iniciativas de mundo virtual como o There e Entropia. O que se percebe é uma grande experimentação, cujo resultado é difícil prever. Mas fica claro que a maioria das empresas queria mesmo era associar sua marca como sendo leading-edge. Fora isso os resultados parecem ser … duvidosos.
Add comment Julho 19, 2007
